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Sala privativa ou espaço compartilhado: qual escolher no coworking

No espaço compartilhado você trabalha numa área aberta; na sala privativa, num escritório fechado só da sua equipe. Veja quando cada formato compensa.

Equipe Brains Coworking7 min de leitura
Espaço compartilhado do Brains Centro Cívico com bancada junto à janela, em Curitiba

Quem pesquisa coworking em Curitiba chega rápido a uma bifurcação: espaço compartilhado ou sala privativa. Os dois dividem a mesma estrutura — internet, recepção, copa, salas de reunião — e a diferença está no lugar onde você senta: numa área aberta com outros profissionais ou num escritório fechado só da sua equipe.

O preço costuma ser o primeiro critério, mas raramente é o que decide. O que decide é o tipo de trabalho que você faz. A Brains oferece os dois formatos, então somos parte interessada; por isso este texto entrega critérios para você decidir, em vez de um veredito.

Neste artigo:

O que é cada formato

Espaço compartilhado. Você usa uma posição de trabalho numa área aberta, dividida com outros profissionais. É o formato que a maioria das pessoas imagina quando ouve "coworking". Em muitos espaços a posição pode ser rotativa (você senta onde houver lugar) ou fixa (a mesa é sua); vale perguntar qual é o caso antes de contratar.

Sala privativa. A sua equipe tem um escritório fechado, com porta, dentro do coworking. A sala é só de vocês, e a estrutura em volta continua compartilhada: recepção, copa, salas de reunião e áreas comuns. Para quem vem de um aluguel tradicional, é a alternativa a uma sala comercial que já vem mobiliada e com as contas incluídas.

"Sala de coworking". O termo aparece nas buscas e nos anúncios para os dois casos. Às vezes descreve uma posição na área aberta, às vezes um escritório fechado. Ao comparar ofertas, a primeira pergunta é essa: é uma posição numa área compartilhada ou uma sala só da minha equipe?

Lounge compartilhado. É a área de convivência: sofás, mesas baixas, café. Serve para a pausa, a conversa rápida e o encontro informal, e é usada por todos os membros, seja qual for o plano. Não é lugar para passar o dia trabalhando, e não substitui uma sala de reunião. No Brains Centro Cívico, por exemplo, o lounge tem jardim vertical e sofás para quem quer sair da mesa por alguns minutos.

O critério que mais pesa: o seu tipo de trabalho

Antes de olhar valores, responda a cinco perguntas sobre a sua rotina. Elas resolvem a maior parte das escolhas.

Quanto tempo por dia você passa em chamadas? Numa área aberta, ligações longas incomodam quem está em volta e expõem a sua conversa. Se as chamadas são pontuais, uma sala de reunião reservada resolve. Se são o dia inteiro, a porta fechada deixa de ser conforto e passa a ser necessidade.

Você lida com informação sensível? Dados de clientes, contratos, prontuários, números financeiros. Em área aberta, o que está na sua tela fica à vista. Para escritórios de advocacia, contabilidade e consultoria, esse costuma ser o argumento que decide.

A equipe trabalha junta todos os dias? Uma equipe fixa, com rotina diária, precisa de um lugar que fique montado de um dia para o outro e onde as pessoas conversem sem se preocupar com o vizinho. Um profissional sozinho, ou um time que só se encontra alguns dias por semana, aproveita melhor a flexibilidade do espaço compartilhado.

Com que frequência você vai ao escritório? No espaço compartilhado, o plano acompanha a frequência: alguns dias por mês ou todos os dias. A sala privativa faz sentido quando o uso é diário. Pagar por uma sala fechada que fica vazia metade da semana raramente compensa.

Você recebe clientes? Os dois formatos contam com recepção e salas de reunião. A diferença é que, com sala privativa, você também pode atender na sua própria sala. Se a visita de clientes é rara, a sala de reunião por hora atende sem custo fixo.

Os dois formatos lado a lado

Na Brains, os dois formatos funcionam assim:

Espaço compartilhadoSala privativa
O que éPosição de trabalho em área abertaEscritório fechado, só da sua equipe
PrivacidadeAmbiente aberto, com outros profissionaisPorta fechada
Combina comAutônomos, freelancers, times híbridos, quem quer sair do home officeEquipes com rotina diária, operações com dados sensíveis ou muitas chamadas
FrequênciaDe alguns dias por mês a todos os diasUso diário, como base fixa da empresa
ContratoSem contrato longo; dá para começar com um Day TestContrato flexível, com fiador e sem burocracia de comprovação de renda
O que vem juntoInternet em link dedicado com redundância, café à vontade, copa, salas de reunião pelo app, acesso 24 hTudo isso, mais a sala mobiliada e climatizada
Como se pagaPlano conforme a frequência de usoUma mensalidade com IPTU, condomínio, luz, internet e limpeza
Onde temBatel, Centro Cívico e Parque BariguiNas quatro unidades

Os valores variam conforme a unidade, a frequência e o tamanho da sala. Estão nas páginas de espaço compartilhado e de sala privativa, ou com o time comercial.

Cinco situações e o formato que costuma servir

"Sou autônomo e cansei de trabalhar em casa." Espaço compartilhado. Você ganha separação entre casa e trabalho, gente por perto e estrutura profissional, sem custo fixo de escritório. Comece por um Day Test e veja se o ambiente funciona para você.

"Somos quatro pessoas, trabalhamos juntas todo dia e passamos boa parte do tempo em chamadas." Sala privativa. É exatamente o cenário em que a área aberta atrapalha você e quem está em volta.

"O time é híbrido e vem ao escritório dois ou três dias por semana." Espaço compartilhado, com uma sala de reunião reservada nos dias em que todo mundo se encontra. Se a equipe passar a vir todos os dias, a sala privativa entra na conta.

"Atendo clientes e lido com informação confidencial." Sala privativa, pela privacidade. Se o atendimento é pontual e exige um ambiente específico, como consultas de psicologia ou estética, a sala de atendimento por hora pode sair mais em conta.

"Só preciso de um endereço para a empresa, não de um lugar para trabalhar." Nenhum dos dois. O escritório virtual dá à empresa endereço fiscal e comercial em Curitiba, sem pagar por espaço físico.

Dá para começar num e mudar para o outro?

Sim, e é um caminho comum. Muita empresa começa com uma pessoa no espaço compartilhado e, quando a equipe cresce ou a rotina pede porta fechada, migra para uma sala privativa.

Na Brains essa mudança acontece sem trocar de endereço: a empresa continua na mesma unidade, com a mesma recepção e as mesmas salas de reunião. Isso evita mudança de endereço em cartões, site e cadastro de clientes.

O tamanho também acompanha a equipe. Há salas para equipes pequenas e para times maiores; no Brains Batel, por exemplo, há salas para equipes de até 15 pessoas. A disponibilidade muda ao longo do tempo, então o tamanho exato vale conferir com o time comercial.

E o CNPJ pode ficar no mesmo lugar. Com um plano de endereço fiscal, a empresa registra o endereço da unidade, contratado junto com a sala privativa ou sozinho.

O que perguntar na visita

Leve estas perguntas para qualquer coworking que for conhecer, não só para a Brains:

  1. A posição é fixa ou rotativa? No espaço compartilhado, isso define se você terá lugar garantido.
  2. Onde ficam as chamadas? Pergunte onde se faz uma ligação longa e como se reserva uma sala para isso.
  3. O que está incluso na mensalidade? Internet, limpeza, café, condomínio, IPTU, luz. Peça o custo mensal total, não só o valor da posição ou da sala.
  4. Como funciona a reserva de salas de reunião? Se é por app, por recepção, e com que antecedência.
  5. Qual é o horário de acesso? Recepção e acesso nem sempre coincidem. Na Brains, a recepção atende de segunda a sexta, das 8h às 18h, e os membros têm acesso 24 horas.
  6. Como é a migração entre formatos? Se a equipe crescer, dá para mudar de formato sem trocar de endereço?
  7. Dá para testar antes? Um dia trabalhando no espaço diz mais do que qualquer visita guiada.

A melhor forma de decidir continua sendo ver o espaço funcionando. Você pode agendar uma visita em qualquer uma das quatro unidades.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre sala privativa e espaço compartilhado?

No espaço compartilhado você usa uma posição de trabalho numa área aberta, dividida com outros profissionais. Na sala privativa a sua equipe tem um escritório fechado, só dela, dentro do coworking. Nos dois casos a estrutura em volta é a mesma: internet, recepção, copa, salas de reunião e áreas comuns.

O que é lounge compartilhado?

É a área de convivência de um coworking, com sofás, mesas baixas e café, usada por todos os membros para pausas, conversas rápidas e encontros informais. Não substitui uma posição de trabalho nem uma sala de reunião: é o espaço entre uma coisa e outra.

Sala de coworking é a mesma coisa que sala privativa?

Depende de quem anuncia. O termo é usado tanto para uma posição de trabalho em área aberta quanto para um escritório fechado dentro do coworking. Ao comparar ofertas, pergunte se é uma posição numa área compartilhada ou uma sala com porta só da sua equipe.

Quem trabalha no espaço compartilhado pode usar sala de reunião?

Sim. Na Brains, as salas de reunião são reservadas pelo app quando você precisa receber um cliente, fazer uma chamada longa ou reunir a equipe.

Posso começar no espaço compartilhado e mudar para uma sala privativa depois?

Sim. Na Brains a mudança é feita sem trocar de endereço: quando a equipe cresce ou passa a precisar de porta fechada, ela migra para uma sala privativa na mesma estrutura.

Dá para registrar o CNPJ da empresa no endereço do coworking?

Sim, com um plano de endereço fiscal. Na Brains ele pode ser contratado junto com a sala privativa ou sozinho, para quem usa o espaço compartilhado ou nem precisa de espaço físico.

Qual dos dois sai mais barato?

O espaço compartilhado costuma ser a porta de entrada de menor custo, com plano conforme a frequência de uso. A sala privativa varia com o tamanho da sala e o prazo, e reúne numa mensalidade só itens que num aluguel comum viriam separados, como IPTU, condomínio, luz, internet e limpeza.

Todas as unidades da Brains têm espaço compartilhado?

Não. O espaço compartilhado está nas unidades Batel, Centro Cívico e Parque Barigui. A unidade Praça do Japão é focada em salas privativas, endereços e reuniões. Salas privativas existem nas quatro unidades.